22 de out de 2016

Criação refutada, os indícios da evolução no homem.




O criacionismo é a crença religiosa de que a humanidade, a vida, a Terra e o universo são a criação de um agente sobrenatural. No entanto, o termo é mais comumente usado para se referir à rejeição, por motivação religiosa, de certos processos biológicos, particularmente a evolução.

Na biologia, Evolução é a mudança das características hereditárias de uma população de seres vivos de uma geração para outra. Este processo faz com que as populações de organismos mudem e se diversifiquem ao longo do tempo.

Nesse artigo iremos mostrar indícios de que o ser humano, não só evoluiu, como continua evoluindo.

Há, entre músculos, órgãos e tendões, uma variedade de partes em desuso no corpo humano.

Do dedo mindinho à cavidade nasal, conheça algumas das estruturas que perderam a sua função ao longo da evolução e hoje não são mais do que vestígios da anatomia humana.

Dentes do siso


Quem já tirou os dentes do siso sabe que o corpo humano tem partes inúteis que não têm mais função de existir. E muitas delas, inclusive, tendem a desaparecer da estrutura corporal conforme a evolução.

Os dentes do siso, ou terceiros molares, serviam, nos nossos ancestrais, para a trituração de alimentos mais rústicos, como ossos e carne crua.

Apêndice


O apêndice, por sua vez, tinha a função de digerir a celulose de plantas, conforme os hábitos alimentares dos nossos antepassados herbívoros.

Cóccix


Localizado no fim da coluna vertebral, o cóccix é hoje um conjunto de vértebras que serve apenas para ligar os músculos da região.

Antigamente o osso dava equilíbrio aos nossos ancestrais tal qual o rabo em outros mamíferos de quatro patas. Para nós, causa apenas dor ao cair sentado no chão.

Costelas do pescoço


Um possível vestígio da idade dos répteis, as costelas cervicais ainda aparecem em quase 1% da população, provocando problemas nervosos e arteriais.

Músculos auriculares externos


Três músculos que possivelmente permitiam aos ancestrais moverem as orelhas independente da cabeça, como fazem os cachorros ou os coelhos.

Algumas pessoas ainda conseguem utilizar esse conjunto muscular.

Terceira pálpebra


Também conhecida como membrana nictitante (que pisca com frequência), é uma dobra conjuntiva que tem a função de proteger o globo ocular contra sujeiras, fazendo a varredura do olho no sentido horizontal até a córnea.

A membrana é encontrada em répteis e aves até hoje, mas no ser humano resta apenas uma protuberância cor-de-rosa no canto do olho.

Pelos no corpo


Em tempos de blusas e agasalhos, os pelos já não têm mais a função de aquecer e manter a temperatura corporal.

De todos os pelos que temos, os únicos que ainda servem para alguma coisa são as sobrancelhas, que impedem que o suor escorra diretamente nos olhos.

Décima terceira costela


8% da população humana ainda exibem a décima terceira costela, elemento presente em chimpanzés e gorilas.

Órgão Vomeronasal OVN (ou de Jacobson)


Um pequeno orifício junto ao septo nasal ('céu da boca') que se conecta a quimiorreceptores não funcionais foi o que restou de uma habilidade de detectar feromônios.

Estudos têm demonstrado que a maior parte das espécies de vertebrados tem um órgão situado na cavidade nasal denominado órgão vomeronasal (OVN). A finalidade do OVN parece ser exclusivamente a de detectar sinais químicos – os ferormônios - envolvidos no comportamento sexual e de marcação de território.

Ponto de Darwin (ou tubérculo)


Uma dobra de pele que ainda aparece na parte superior da orelha indica uma estrutura que deveria ajudar o homem primitivo a escutar sons a longas distâncias.

Mamilos masculinos


Antes da diferenciação sexual, o feto forma as glândulas lactíferas que servem nas mulheres para a amamentação.

Nos homens, apesar das glândulas poderem ser estimuladas para produzir leite, o efeito dos mamilos é apenas estético e sensorial.

Útero masculino


Uma sobra de um órgão reprodutor feminino não desenvolvido encontra-se na glândula prostática masculina, remanescente da fase sem diferenciação de gênero do embrião.

Dedo mindinho



Caminhar, correr e até pular seria perfeitamente possível sem o dedinho dos pés. De acordo com matéria publicada pela PopSci, pessoas que nasceram sem o “minguinho” ou que o perderam em acidente, por exemplo, podem viver tranquilamente, sem ter qualquer função do corpo prejudicada.

Então, por que temos os dedinhos no pé? Basicamente, essa é uma característica que herdamos de nossos ancestrais, outros primatas que usavam os pés para escalar, se agarrar ou subir em árvores. Mas, hoje, nós não vivemos mais dessa forma.

Confira Mais no vídeo abaixo:


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